Serenata de Amor

Como muito de vocês já devem ter percebido, o tema principal do nosso site é baseado no Serenata de Amor. Os amigos mais próximos sabem, mas agora chegou a hora de explicar a todos como esse bombom já faz parte da nossa história.

Se vocês leram o post anterior da Bizu vocês vão entender como nós começamos a namorar no dia 08 de fevereiro de 2005. No dia 08 de março, um mês depois, ela foi me encontrar no Fundão para almoçar comigo. No final do almoço, sobrou R$ 0,50, e eu aproveitei e comprei um Seranata de Amor e dei para ela de presente. Lógico que até aí não foi nada de mais. A questão começou no mês de abril.

Em 08 de abril de 2005, dia em que estávamos comemorando 2 meses, nem tivemos tempo pra isso. Estávamos indo ensaiar uma peça com os adolescentes da igreja, e só conseguimos nos encontrar no final do dia. Meio triste por não estarmos comemorando essa impressionante marca, lembrei do que eu tinha feito no mês passado e dei para ela um outro Serenata de Amor. Aí, pronto! Ela nem lembrava que eu tinha dado o bombom no mês anterior, mas ficou tão encantada que aquilo marcou todos os nossos meses de namoro.

No primeiro ano a criatividade foi posta à prova: foram 12 Serenatas, presenteados das mais diferentes maneiras: era garçom entregando pra ela no final da conta, bombom escondido na bolsa dela, com telefonema no meio da noite para que ela olhasse a bolsa, entregando na caixa de correio, escondidos e com mapas em código para ela achar, até que culminou com o dia 08 de fevereiro de 2006, quando completamos um ano. Mas essa história eu conto em outro post.

De lá pra cá, foram 62 meses trocando Serenatas, com muitos beijos, carinhos, brincadeiras, renovando a cada mês o carinho e a cumplicidade. Foram Serenatas gigantes, sorvetes de Serenatas, e em 2008, uma surpresa especial: querendo surpreendê-la, eu liguei para a Garoto, na cara e na coragem, pedindo ajuda pra uma ideia muito maluca: queria um Serenta de Amor com o texto de dentro com uma mensagem personalizada minha para ela.

Lógico que eu não consegui, mas a Garoto não deixou por menos: nos presenteou com uma linda cesta de (advinha?) Serenatas de Amor, além de uma linda mensagem. Definitivamente, esse bombom ficou marcado na nossa história. Tanto que o martelo já foi batido: no nosso casamento, um tradicional doce vai dar lugar ao Serenata: o bem-casado será substituído por esse maravilhoso bombom de castanha de caju. Assim todos os nossos convidados poderão compartilhar um pouco do sabor da nossa história.

Enfim, depois de muito escrever, consegui mostrar para vocês como comemoramos todos os meses, todo dia 08, o que sentimos um pelo outro. É uma história regada a carinho, beijos e muito chocolate. Com castanha de caju, lógico.

Abs a todos (inclusive à Garoto, que tem uma parte muito bonita nessa história).

PS: vocês podem acompanhar alguns de nossos “mesiversários” nas fotos ao lado. Divirtam-se!

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Published in: on abril 11, 2010 at 22:07  Comments (3)  

Sobre como nasce o amor…

Andei me perguntando o que escrever, afinal ele já está escrevendo o 3º post e eu nada!! Foi então que me peguei pensando em como nos conhecemos, como nos reconhecemos e nos encontramos.

Bom, como nos conhecemos? Acho que todos sabem, não é? Pra quem não sabe vou contar. Nos conhecemos no CEI de Quintino e fizemos todo o 2º grau juntos, na mesma turma, no mesmo grupo, essa é a versão oficial. Mas agora vou contar como, não só nos conhecemos, como nos reconhecemos e nos encontramos.

Teve um dia (que não lembro qual) no meado do ano de 1998, sem dúvida foi entre os meses de junho e julho, porque era fechamento de semestre. Continuando… Neste dia, dei falta do (ainda) Afonso. Percebi que ele tinha sumido depois de ver as notas de uma matéria técnica, ele tinha sido reprovado por ter faltado uma prova. Eu fui procurar por ele e achei. Ele estava andando num dos muitos caminhos que tem naquele colégio. Estava amuado, cabisbaixo, murcho, me partiu o coração e nesse momento nos CONHECEMOS, conversamos, nos entendemos, trocamos experiências (nossa vasta experiência de adolescentes, rsrsrs) e ele deu a volta por cima, passou na matéria e tudo. Nada como ter a mulher certa ao seu lado.

Naquele momento nasceu uma AMIZADE  tão pura quanto se pode existir. Neste mesmo ano de 1998, eu tive um momento também muito doloroso e o ombro que esteve ao meu lado foi o dele, então nos RECONHECEMOS. Sabíamos que podíamos contar um com o outro, éramos os MELHORES AMIGOS desde então.

O tempo passou e muita água rolou até que ele tivesse um empurrãozinho do destino (né, Lúcia). Neste momento, ele me perguntou se eu queria namorar com ele e eu disse que não sabia! Sério, foi TRAGICÔMICO!!! E iniciou a era das trevas entre nós. Isso aconteceu no dia 6 de setembro de 2004 e ficamos sem nos falar até o virada do ano de 2004/2005. Foi um período difícil, porque ele era a pessoa que eu chamava pra sair comigo, quase sempre… Então ele me mandou um torpedo de feliz ano novo e eu respondi na hora! Meu coração finalmente sossegou. Voltamos o contato com força total para resolvermos o que seria de nosso carnaval… E fui passar o carnaval com ele e toda a familia dele. Lá, não tinha pra onde fugir, tinha que rolar! E foi lindo!

Viajamos numa quinta-feira e passamos a sexta-feira toda conversando sobre planos e futuro. De noite o restante da galera chegou e começou a zoação em cima da gente, no sábado a mesma coisa, domingo idem, na segunda tinha que rolar!!! Mas não rolou… Fomos num brinquedo, dum parque desses de praça, que foi nossa perdição! Saiu um vomitando pra cada lado! rsrsrs Ele fez chá de boldo pra mim e dormimos de mão dada (Lindo, né gente!?!). Na terça, eu não aguentei! Paguei pra ver e partir pra cima (parece até homem falando!!), BEIJEI ele!! Eu agarrei e beijei ele!! e 2 ou 3 horas depois botei ele na parede!! Perguntei: “- Estamos namorando?” – e ele respondeu, meio que sem saída: “- Sim…” E assim foi que nos ENCONTRAMOS!

Depois que começamos a circular de mão dadas como casal, todos diziam, EU JÁ SABIA. E pelo visto só a gente não…

Com um mês de namoro parecia que já estávamos juntos a muito mais tempo e ele me deu meu primeiro Serenata de Amor. Mas essa é outra história…

E assim nasceu o nosso amor, de uma pura amizade, de um amor de irmãos que cresceu e se transformou num amor maior. Que nos completa, nos faz felizes, nos concilia e reconcilia. Esse amor, que resistiu as poucas, porém sérias, brigas, e nos tornou ainda mais fortes, né Bizu!?! E entedemos o significado do ditado que diz: “O que não nos mata, nos fortalece!”

Sobre como nasce o amor? Bom, o nosso nasceu assim, como quem não quer nada. E foi ficando, ficando. E espero que fique pra sempre.

Te amo, Bizu.

Published in: on março 17, 2010 at 23:33  Comments (2)  
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Por que Bizus?

Quem tem namorado(a), ou já namorou sabe o que é. Você pode ser um casal mais sério, um casal super-cabeça, moderno, mas não consegue fugir daquela babação de início de namoro. É bunzunzunga pra cá, é mozin pra lá, é tanzanfam do outro lado. Enfim, não há quem escape de passar esse atestado de ridículo no início do namoro.

E o pior é que pega! não adianta, os apelidos que você cria nessa fase ficam, você se acostuma a chamar a pessoa daquele jeito, e vai ser assim enquanto vocês estiverem juntos. Tem gente que fala neles até quando está brigando: ” – Zaquinha, quantas vezes já falei pra você tirar essa toalha molhada de cima da cama?” “Mozin, meu cartão de crédito é meu, não é o do Eike Batista!”. Sim, não tem escapatória: isso vais ser pro resto de suas vidas.

E você nunca sabe quando e como vai surgir. Você já viu algum solteiro pensando: “Hmm, quando eu estiver namorando, vou querer que o nosso apelido seja bombonzin“. Não tem como prever como os apelidos vão surgir, eles nascem das situações que menos se espera. No nosso caso, ele surgiu justamente para sacanear casais com esses apelidinhos “guti-guti”. Estávamos no carro, indo pra minha casa, junto com minha irmã (que é quase um irmão quando diz respeito a essas frescuras de casal). Nada me tira da cabeça que naquela época ela ainda morria de ciúmes da Izaura comigo. Pra implicar com ela, comecei a falar com a Izaura em tati-bitati, chamar a Izaura de Bizu: “– Quem é a bizu do bizu?” “– É a Bizu, Bizu!“; “– Quem é a Bizu de medess?” “– Ai, medesss!”.

Aí pronto. Já viu que o estrago foi feito, né? É um tal de Bizu pra cá, Bizu pra lá, até os abusados dos meus irmãos chamam a gente assim, ou seja, virou bagunça. É isso que dá ter apelidinhos de namoro. É nessa hora que a gente se pergunta onde estávamos com a cabeça quando criamos isso.

Mas a resposta é fácil: um no outro. Lembra o que eu disse no primeiro parágrafo? Não importa quão austero você seja, você também vai passar por isso. O início de namoro é uma fase maravilhosa, a paixão falando mais alto, os sentimentos todos acontecendo ao mesmo tempo, com dúvidas, certezas, rompantes a calmarias, é um momento especial que nunca volta, mas que não pode ser esquecido.

E não é. Está nos nossos novos nomes: não importa se hoje é o “tanquinho“, se é o “preto” e a “preta“. Somos renomeados para sermos aquilo que queremos ser: companheiros, cúmplices, amigos e amantes. Mais do que um apelido, temos um nome em comum com alguém. Sim, eu sou “o Bizu” e ela é “a Bizu”. Quando ela quer colo, é o Bizu que ela chama. Quando quero um carinho, um conselho, um ombro, eu corro pra Bizu. E é assim com todo o casal, não se corre pro Odair, ou pro Jefferson. Se corre é pro Nego, ou pro Jeffin. E que seja assim por muuuito tempo.

Portanto, é por isso que somos os Bizus. Mas que fique bem claro: é só entre a gente, ok? Nem pense em me chamar assim na rua, no trabalho, é melhor nem tentar. Você corre o sério risco de ser cortado da lista. Estamos combinados?

Published in: on março 5, 2010 at 22:19  Deixe um comentário  
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O início de todas as coisas

Esse é nosso primeiro post. E nesse próximo ano virão muitos posts, contando um pouco da nossa história, um pouco sobre nós, nossos amigos, nossos familiares, os detalhes da festa, enfim, tudo para trazer para todos os que nos cercam os detalhes do nosso casamento, o que faremos, o que estamos sentindo, e tudo mais.

Lógico que os mais espertos já perceberam que na verdade esse blog não passa de mais uma desculpa. Já estou prevendo que daqui pra frente em todos os almoços de família, em todos as festinhas com os amigos, aquela surrada pergunta vai rolar: “e os preparativos do casamento?” E, lógico, a resposta automática vai ser: “Olha lá no nosso blog!

Enfim, hoje eu não posso me demorar. Se vocês não perceberam, hoje é um dia especial para nós. O dia 8 de fevereiro é a nossa data, a data em que tudo começou  (será? Muitos amigos dizem que não). Hoje não é dia de ficar em frente ao computador, é dia de sair e comemorar com a Bizu o nosso dia.

Depois eu (ou ela) escrevemos mais. Agora eu tenho que ir terminar a surpresa pra ela.

[] pra todos,

Published in: on fevereiro 8, 2010 at 14:56  Deixe um comentário  
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